20120806

Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento." Lucas 15:7

Em uma cena do filme Ironweed, os personagens representados por Jack Nicholson e Meryl Streep tropeçam em uma velha mulher esquimó deitada na neve, provavelmente embriagada.
Intoxicados eles mesmos, discutem o que deveriam fazer com a mulher.
-Ela está bêbada ou é uma vadia? Nicholson pergunta.
-Apenas uma vadia. É o que tem sido a vida inteira.
-E antes disso?
-Era uma prostituta no Alasca.
-Ela não pode ter sido uma prostituta a vida inteira. E antes disso?
-Eu não sei. Apenas uma menininha, eu acho.
-Bem, uma menininha é alguma coisa. Não é uma vadia e não é uma prostituta. É alguma coisa. Vamos recolhê-la.
Os dois vagabundos viram a mulher esquimó por meio das lentes da graça.
Onde a sociedade veria apenas uma vadia e uma prostituta, a graça viu 'uma menininha', uma pessoa feita à imagem de Deus, não importa quão desfigurada essa imagem estivesse.
O cristianismo tem um princípio: 'Odeie o pecado, mas ame o pecador', que é mais facilmente pregado do que praticado.
Se os cristãos pudessem simplesmente recuperar essa prática, tão preciosamente modelada por Jesus, avançaríamos bastante no cumprimento de nossa vocação como despenseiros da graça de Deus.
Textos extraídos do livro Maravilhosa Graça
Philip Yancey
SE OS TEUS OLHOS FOREM BOM, O TEU CORPO SERÁ LUZ!!!!!

20120802

VIGIAI E ORAI. Mateus 26:41

MAIS UMA PNEUMONIA.
A décima nona chegou abrupta e malvadamente traiçoeira. Ninguém a imaginava.
Estavamos todos na sala da vida, displicentemente levando a vida, no serviço do Rei
e nas responsabilidades diárias.
Isso mesmo, um amanhecer trouxe consigo além do sol e um compromisso inadiável:
a apresentção na junta do seviço militar, ainda uma infecção pulmonar quase inperceptível,
não fora uma febre meio sonsa meio arteira.
Mas coração de mãe nunca fica enganado. Deus não deixa. Afinal sua mordomo-mor não
pode ser pega de surpesa, não é mesmo?! E o pulsar do meu coração denotava uma anciedade incontrolável que fugia da minha capacidade de perceber. Então supirei e disse: Senhor fica conosco.
Saimos do consultório, pois o exercito teve que liberá-lo mais rápido por causa da consulta, fomo para casa. Pedi os medicamentos, certa de que deveria ter pedido o internamento. Eu conheço o meu filho. Conheço o seu corpo. Conheço o seu respirar. Conheço o cheiro da pneumonia...
Mas sabia que ele não aceitaria com facilidade, então segurei na mão do Pai e deixei a surpresa chegar, numa febre muito alta e um vomito tão enorme que enchi uma sacola de mercado. Sem exagero. Eu que até me utilizo disso, Deus o sabe, agora estou com o espírito contrito e quebrantado. Não quero chorar, mas não gosto do que sinto.
E parece que o inimigo estava rindo alto pelos becos da cidade entoando um hino de derrota. Eu só precisava chegar a tempo. não sei de que, mais tinha pressa... Já não eram riso e sim gargalhadas... Parecia que tudo ficara a seu serviço: as enfermeiras sumiram... o médico de plantão desaparecido... e o corpo do meu filho desfalecia e o meu marido havia desertado... orava mas não vigiva, estava dificil me controlar. Mas o meu Deus se lavanta nos céus e diz: Ele é meu e Eu o chamo pelo nome!!!!
O medico entrou e diante do meu relato me disse que tudo daria certo e que Deus nos abençoaria e saiu tomando atitudes que corriam contra um tempo e os desejos de um destruidor.
Eu só pude  disser: até aqui nos ajudou o Senhor!
E é isso mesmo. Estamos há 24 horas correndo atrás da saude... fadigados pela minha ansiedade.
Mas agora deparo com a palavra do meu Jesus garantindo haver levado todas as nossa dores e todas as nossas enfermidades na Cruz da Vitoria.
Exatamente como a 15 anos. Era 19 de julho de 1996 e eu e o meu filho iamos sacramentar a vida dentro de uma ambulancia que cortava  trepidante a cidade como um ratinho sobre uma esteira rolante...rumavamos ao hospital bem no momento em que o dia se encontra com a noite, quase 6 da tarde.
Onde está óh morte o teu galardão??? O que Jesus nos deu não cabe neste tempo, é preciso toda a eternidade para vivê-la. Não temerei, porque o nosso redentor vive!!!!
O meu coração está esprimido. Parece dissecado. Parece sem vida... mas bate e o meu filho vive. Mesmo que a febre não se renda, a dor não ceda e a infecção persista eu sei em quem tenho crido. Eu sei em quem tenho esperado. Eu sei diante de quem deposito a minha fé e o meu clamor.Sei quem é o derratado  neste dia, pois estou cantando o hino da vitoria calando a boca do que se esgueira nas sombras.
Estamos vivendo o "não temas" deste dia dois de agosto de dois mil e doze.
Estamos no Ap 606 do HMCC, com fé afirmando que pelas chagas de Cristo o meu filho é curado!!!!!!

CREME DE ABOBORA - UM PRATO PREFEIRDO DE MAMÃE.

Abóbora, 1 kgManteiga, 2 colheres de sopaCebola, ½ Alho, 1 denteCaldo de legumes, 1 lCreme de leite fresco, 125 mlSal e pimenta-do-reino, q/n

Creme de abóbora
MODO DE FAZER:
1Sobre uma tábua, descasque a abóbora e corte-a ao meio. Retire as sementes e corte em cubos. Pique a cebola e o alho.
2Numa panela média, coloque a manteiga e leve ao fogo baixo. Quando derreter, acrescente a cebola e refogue, mexendo sempre, junte o alho picado, adicione os cubos de abóbora e refogue.
3Em seguida, coloque o caldo de legumes quente e tampe a panela. Quando começar a ferver, deixe cozinhar por 20 minutos ou até que os cubos de abóbora fiquem macios. Retire do fogo e bata no liquidificador por 1 minuto.
4Volte o creme de abóbora para a panela e leve ao fogo baixo. Acrescente o creme de leite fresco e deixe ferver novamente. Desligue o fogo.
5Coloque a sopa numa tigelinha ou numa minimoranga. Sirva em seguida.
COISAS GOSTOSAS DO BEM SIMPLES.