20160715

Irmãos, como homem falo; se a aliança de um homem for confirmada, ninguém a anula nem a acrescenta. Galatas 3:15

 

                                  SEMPRE ELEGANTE


             


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"Vai ter com a formiga" Provérbios 6:6




"... Orar sempre e nunca esmorecer" Lucas 18:1

Certa vez, para escapar de inimigos, fui forçado a me esconder nas ruínas de um edifício, e 
passei ali sentado muitas horas.
Desejando distrair a mente da triste situação em que me achava, fiquei olhando uma formiga que subia por uma parede, carregando um grão de trigo maior do que ela;
Contei todas as suas tentativas para alcançar o objetivo.
O grãozinho caiu sessenta e nove vezes, mas o inseto perseverou, e, ao completar setenta vezes, alcançou o topo.
Aquela cena me deu coragem no momento, e nunca esqueci a lição.

20160617

E Jesus lhe disse: Eu irei, e lhe darei saúde. Mateus 8:7


1. Para deixar panelas e assadeiras brilhando 
Nem precisa esfregar: é só cobrir a região queimada com o bicarbonato, umedecer com água e deixar agir por duas horas – a mancha sai sem esforço. E ainda deixa a superfície brilhante. A técnica vale para vasilhas de alumínio, inox e vidro e também pode ser aplicada em torneiras.
2. Adeus, ralo entupido 
Acabe com a gordura que se acumula no encanamento da pia da cozinha e pode causar entupimentos. É fácil: mensalmente, coloque no ralo 1/2 xícara (chá) de bicarbonato, seguido de 1 xícara (chá) de vinagre (branco ou vermelho). Espere a espuma da reação química diminuir e então enxágue com água quente.
3. Poderoso aliado para um carpete cheiroso 
Se você tem animais de estimação em casa – ou pouca ventilação e luz natural – e o seu carpete anda com um cheirinho ruim, coloque o bicarbonato numa peneira grande e pulverize. Deixe agir por dez minutos e aspire (não use vassoura, apenas o aspirador, para evitar borrões brancos). Repita conforme a necessidade.
4. Bicarbonato como higienizador multiuso
O bicarbonato de sódio é um bactericida e você pode empregá-lo para lavar tábua de carne, cascas de frutas e legumes, pias, cesto de lixo e fogão. Assim como as esponjas usadas na lavanderia e na pia da cozinha e as escovas de cabelo. Faça a seguinte receita: 3 colheres (sopa) de bicarbonato e 1/2 colher (sopa) de hipoclorito de sódio em 1 litro de água. Deixe de molho por duas horas e enxágue.
5. Para deixar os tecidos claros de novo 
Com o tempo, panos de prato, roupas de cama, colarinhos de camisas e roupas brancas de algodão e linho acabam ficando com um tom meio amarelado, que não sai com lavagens simples e dá uma impressão de peças malcuidadas. Resolva o problema fervendo esses tecidos por uma hora. Para cada litro de água, acrescente 3 colheres (sopa) de bicarbonato de sódio e 1 colher (sopa) rasa de sal. Depois, enxágue bem em água fria corrente e seque normalmente. Já as lingeries brancas de náilon podem ser deixadas de molho por uns dez minutos em 1 litro de água com um 1 colher (chá) de bicarbonato de sódio, depois da lavagem normal. Não enxágue e seque na sombra.
6. Bicarbonato de sódio deixa o banheiro sem mofo
Limpe a cortina de boxe e os azulejos do banheiro com bicarbonato de sódio em uma esponja molhada. O mofo sai com facilidade e demora bem mais a aparecer de novo, mesmo em casas de praia, onde a umidade favorece o problema. Funciona tão bem quanto aqueles produtos de limpeza caros, específicos para isso, com a vantagem de não ter o mesmo cheiro forte e ainda não custar caro.
7. Para ter uma geladeira limpinha 
Evite aquele cheiro característico (e desagradável) mantendo uma vasilha com bicarbonato de sódio aberta em uma das prateleiras, num cantinho. Ele absorve os odores durante três meses. Após esse período, troque o produto para renovar suas propriedades de absorção. Você também pode usar bicarbonato de sódio num pano úmido a fim de finalizar a limpeza interna da geladeira e do freezer, pois essa técnica tem efeito bactericida.

20160528

"Eis que os filhos são herança da parte do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão." Salmos 127:3

A dama da alta sociedade costumava desfilar, em sua carruagem de luxo, pelas ruas de São Francisco, sob olhares de admiração e inveja. 

Um dia, os jornais publicaram o falecimento de uma tia e ela, obedecendo às convenções sociais, teve que permanecer no lar por uma semana. 
Indignada por ter que ficar sete dias dentro do enorme palácio, buscou o marido, então Governador do Estado, e esse a fez lembrar-se de que poderia passar os dias brincando com o filho. 
Ela gostou da idéia. Adentrou a ala esquerda do palácio, que tinha sido liberada para o pequeno príncipe, que vivia rodeado por profissionais de diversas nacionalidades, a fim de lhe ensinarem idiomas e costumes de outros povos. 
Quando o pequeno Leland avistou a mãe, exultou de felicidade e lhe perguntou por que ela estava ali, naquele dia e hora não habituais. 
Ela lhe contou o motivo e ele, feliz, lhe perguntou quantas tias ainda restavam. 
Leland estava ao piano tocando uma balada que aprendera com sua babá francesa. 
A mãe, impressionada, ficou ouvindo, por alguns instantes, aquela balada que lhe pareceu um tanto melancólica. 
Pediu ao filho que cantasse, ele cantou. Falou-lhe para que a traduzisse e ele a traduziu. 
Era a história de um menino que era levado pela sua mãe todos os dias até à praia, de onde ficavam olhando o pai desaparecer na linha do horizonte, em seu barco pesqueiro. 
Todos os dias a cena se repetia, até que um dia, o barco do pai não retornou. 
A mãe conduziu o filho novamente à praia e lhe pediu que ficasse esperando, pois ela iria buscar o marido. 
Adentrou no mar e o filho ficou esperando na praia, pelo pai e pela mãe, que jamais retornaram. 
A balada comoveu a grande dama. Falou ao filho que era muito triste. Ele respondeu que cantava porque se identificava com o menino da praia. 
A mãe não entendeu em que consistia a semelhança e retrucou ao filho:Você tem tudo. Não lhe falta nada. Tem mãe e pai e é herdeiro de um dos homens mais importantes deste Estado. 
Leland respondeu com melancolia:

-Mas o papai adentrou há muitos anos no mar dos negócios e nunca o posso ver. Você o seguiu e eu fiquei aqui à espera de um retorno que nunca acontece. Como você  pode perceber, minha história é muito semelhante à do menino solitário da praia. 

Daquele dia em diante, a dama passou a conviver mais com o filho de onze anos a quem não conhecia e, por esse motivo, aprendeu a amá-lo. 
A convivência estreita com a mãe trouxe a Leland um brilho novo. Por algum tempo a vida lhes permitiu desfrutar da alegria do afeto mútuo, das experiências vividas, um em companhia do outro. 
Fizeram uma longa viagem de navio e Leland adoeceu. A mãe fez tudo o que podia para lhe salvar a vida, mas foi tudo em vão.
O navio retornou e Leland não pode mais contemplar a mãe com os olhos físicos. 
Todavia, naquele breve tempo de convívio, o menino ensinou à mãe outros valores. 
Ela construiu orfanatos e outras obras de assistência para a comunidade carente. 
Leland não herdou a fortuna dos pais, mas a fortuna rende frutos até hoje, junto à sociedade daquele Estado. Dentre elas, a Universidade Stanford. 
Não há motivo que justifique o abandono dos filhos por parte dos pais. 
Não há filhos que aceitem, de boa vontade e em sã consciência, trocar o afeto dos pais por qualquer outro tesouro.